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![]() | Dave Brubeck (1920), oriundo de uma família musical começou a aprender piano aos quatro anos de idade e violoncelo aos nove. Em 1951 criou seu quarteto, que nos primeiros anos experimentou algumas mudanças de bateristas e contrabaixistas. O saxofonista Paul Desmond, porém, esteve presente desde o início. Com a entrada do baterista Joe Morello em 1956 e do contrabaixista Gene Wright em 1958, o quarteto entrou num período de estabilidade, durante o qual gravaria inúmeros discos e faria freqüentes turnês patrocinadas pelo Departamento de Estado norte-americano. A gravação de ‘Take Five’, tema de Desmond, em 1959, transformou o quarteto em campeão de vendagens da época. Com o passar dos anos, entre Brubeck e Desmond viria a se desenvolver um entrosamento quase telepático. Brubeck tinha admiração por Duke Ellington e pela música erudita. Desenvolveu um estilo muito peculiar, que viria se tornar cult. Percussivo, fazendo uso farto de acordes repetidos, Brubeck certamente não era um virtuose e foi até mesmo acusado, por certos críticos da época, de não possuir swing e de não ser um melodista. Porém, sua predileção por compassos em números primos - 5/4, 7/4, 11/4 - e suas ousadias harmônicas e mudanças de andamento fazem dele um pianista inovador e coerente. Além disso, era um compositor verdadeiramente inspirado. Sua música conseguiu alcançar sucesso junto ao público, mesmo aquele não iniciado no jazz. E Dave Brubeck é responsável por uma das experiências mais bem sucedidas da ‘Third Stream’, a integração de elementos do jazz e da música erudita, no mesmo patamar de Stan Kenton, do ‘Modern Jazz Quartet’ e do pianista Bill Evans. Leia +... |
![]() you go to my head | 27- 1: James Moody (1951-1955) Tracklist 27-2: Stan Getz (1950-1952) Tracklist 27-3: Dave Brubeck (1949-1953) Tracklist 27-4: The Modern Jazz Quartet (1951-1955) Tracklist |




